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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Florianópolis

Praias, surf, Guga, ''Figueirense x Avaí'' e ponte. Estes são os pontos mais lembrados, quando mencionamos Florianópolis.

Mas em minha visita á antiga ''Ilha do Desterro'',  conheci pontos diferentes os destes. Claro que é inevitável não reparar nas belas praias, na própria ponte,mas outros fatores são pertinentes.

Ponte Hercílio Luz

Já na chegada, mesmo escuro, foi perceptível a inércia do principal cartão-postal da cidade. A ponte  foi substituída pelas pontes Colombo Salles e Pedro Campos. Ao menos, existe em andamento o projeto de revitalização, previsto entrega para o ano que vem.



Rodoviária

Desembarcado na ilha, o Terminal rodoviário Rita Maria  nos traz um choque cultural. Uma estrutura e organização padrão aos nossos aeroportos: Área de espera, atendimento ao turista, lancherias, banheiros para banho, banheiros pagos e gratuítos (que por sinal, limpos e bem mantidos). Um ponto positivo é a distribuição gratuita de água para chimarrão e os anúncios de embarque (com linha, empresa e horário). Lembra bastante um aeroporto.



Ruas

Já nos primeiros passos, Florianópolis nos agrada pela sua organização. Em toda a cidade, seja centro ou na periferia, existe calçamento com orientação para deficientes visuais. Um trilho contínuo, de relevo diferenciado em vermelho, demonstrando o momento de caminhar (linhas) e o momento de parar (bolinhas).


Outro ponto de referência é a educação nas ruas. Ou melhor, nas paredes dela. Caminhei todos os dias, em ruas e rotas diferentes e só encontrei uma pichação, de futebol, infelizmente. Questionei aos moradores (naturais de Porto Alegre) quanto as pichações, e eles reconheceram que quase não há essas depredações deste tipo. Olhar também fotos dos monumentos.

Ônibus

A ilha inteira está conectada por linhas circulares, que alimentam seis terminais de integração, não existindo linha direta até o Centro e não há linha transversal também. A desvantagem está no fato quem vai do bairro até o Centro, necessita de baldeação. A vantagem é a comunicação de todos os bairros pagando somente uma passagem, através destes terminais.
Outro ponto avaliado é o pagamento da passagem. A tarifa é R$2,95. A segunda opção é o cartão de passagem, no qual qualquer um com identidade pode fazer, recarregá-lo, e pagar uma tarifa de R$2,38 e no intervalo de uma hora, isentar-se do pagamento da 2ª passagem.

Praias

Por seu formato irregular, a ilha proporciona 42 praias. Todas que visitei, tem três características em igual: Água claríssima, areia limpa e ausência de conchas na costa norte da ilha (região que visitei). E com possibilidade de trilhas unindo-as. Destaco a particularidade de cada uma:
Barra da Lagoa - Uma linda praia com o diferencial de ter um rio que extende até a Beira-Mar.
Moçambique - Percorremos uma trilha de quase 1h até chegar á praia. Uma particularidade: A mistura de areia fina com areia grossa faz com que quando pisamos na areia dê um ruído, lembrando um assopro.
Jurerê Internacional - Esta sim é uma praia de requinte. Fora a invasão de argentinos, "las chicas" são um espetáculo a parte!
Ingleses - Uma praia movimentada, conhecida pelo comércio.
Canasvieiras - Uma praia movimentada na noite. Porém sua orla deixa a desejar. Pouco espaço para os banhistas e, até então, imprópria para o banho.
Santinho - Uma praia linda, com água clara e calma.

Centro (distrito)

Sinceramente, achei poucos pontos turísticos no Centro de Floripa. Esperava mais pontos, por se tratar de uma ilha com história maior que Porto Alegre (habitação iniciou em 1723). Em uma (boa) caminhada, conheci os principais: A ponte Hercílio Luz e seu mirante. Também conheci o Forte Santana, que (deveria ter) resguardou a ilha junto a ponte. Também conheci 3 igrejas, A Catedral (fechada por dedetização), Igreja São Sebastião (1803) e Igreja São Benedito (destinada para escravos). Há também museus, o destaque está no Museu Histórico de Santa Catarina, Palácio Sousa e Cruz, com exposições internas e pequenas exposições externas.


Há, também, na Praça XV (será coincidência com a nossa Praça XV?), a Figueira Centenária, estando ali há mais de 120. 


Por fim, aproveitado o máximo a estadia (6 dias) na capital catarinense, fica a impressão de uma cidade tranqüila, linda, um berço incrível para o turismo, com, como qualquer outra cidade, seus prós e contras, o que postarei mais adiante.

Mais fotos no álbum do Flickr

Abraço!

2 comentários:

  1. Fala Rodrigo,
    Estive em Florianópolis apenas uma vez, acho que em 98 ou 99. Não tenho dúvida alguma que é uma das cidades mais bonitas que conheci. Fiquei por 4 dias.
    Me senti como se estivesse "em casa". Lugares bonitos, pessoal super bacana e as praias, sem comentários!!!!
    Uma cidade especial.
    Abraço e bom domingo.

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  2. O problema de Floripa é que de uns tempos para cá tem enchido de vagabundo, ladrão e nóia de crack.

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