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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Carta ao delegado

Este texto foi retirado do jornal zero hora, sem nome de autor e data.

O desafio é saber se entenderam tudo!?

Encarregado da busca de um desaparecido, o delegado recebeu a seguinte carta:
"Senhor delegado: não precisa preocupar-se com meu desaparecimento. E dou-lhe os motivos para minha fuga da cidade e da família.
Veja, senhor delegado: tive a desgraça de casar-me com uma viúva, a qual tinha uma filha. Se o soubesse, jamais o teria feito. Meu pai, para maior desgraça, era viúvo. Enamorou-se e casou com a filha da minha mulher, de forma que minha esposa se tornou sogra de meu pai. Minha enteada se converteu em minha mãe, e meu pai era ao mesmo tempo meu genro. Há pouco tempo, minha filha trouxe ao mundo um menino, que era meu irmão, porém neto de minha mulher, de maneira que eu era avô de meu irmão. Com o correr do tempo, minha mulher também deu á luz um menino, que como irmão de minha mãe, era cunhado de meu pai e tio de meu filho. Assim, minha mulher era sogra de sua própria filha. Eu sou, em troca, pai de minha mãe, e meu pai e sua mulher são meus filhos. Meu pai e meu filho, são irmãos, minha mulher é minha avó, já que é mãe de meu pai, e além disso, eu sou o meu próprio avô.
Senhor delegado: fujo de tudo, porque não sei mais quem eu sou."

Um comentário:

  1. Eu no lugar dele faria o mesmo,sei como ele se sente não por ter ocorrido o mesmo mais por as vezes certas situações me deixam em duvida de saber quem realmente sou!E quem nunca se sentio assim??

    então ate a próxima!

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