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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A Cabana


Sabe aqueles livros sempre notados em livrarias (ou em seções de livros?): Código da Vinci, O caçador de Pipas, O Leite Derramdado, Eclipse, entre outros. São best-sellers que por algum motivo estão ali, seja pelo conteúdo, por modismo ou pela crítica que ele apresente. Talvés pela ilustração ou pelo tema, eles o atraem, nem que o motivo for “questionar seu sucesso”. Isso aconteceu comigo com “A Cabana”.

Atraído por alguma ficção quanto a busca do assassino da própria filha, a história de William P. Young me surpreendeu quando dirigiu a história do principal personagem, Mackenzie – o Mack -, um personagem imerso em uma “Grande Tristeza” desde a morte de sua filha quatro anos antes, encontra-se com Deus em suas três formas ... (não comento mais para não perder a graça na leitura).

O que mais me atraiu é que tocou no assunto “Deus” de uma forma simples, nada religioso, apenas sua existência e como devemos buscá-lo. Confesso que no inicio o rotulei “desinteressante”, pois “estou na idade de ser ajudado, e não de auto-ajuda”. Mas é válido a leitura!

Separei dois trechos nos qual me atraiu:

- ...”Cada relacionamento entre duas pessoas é absolutamente único. Por isso você não pode amar duas pessoas da mesma maneira. Simplesmente não é possível. Você ama cada pessoa de modo diferente por ela ser quem ela é e pela especificidade do que ela recebe de você. E quanto mais vocês se conhecem, mais ricas são as cores desse relacionamento.”

No inicio parece questionar uma mãe quando perguntada sobre qual de seus filhos é “o preferido”. Mas sua continuação revela que a intensidade de um relacionamento se dá apartir do conhecimento de si e com o outro protagonista desse relacionamento.

- ...”Jamais desconsidere a maravilha das suas lágrimas. Elas podem ser águas curativas e uma fonte de alegria. Algumas vezes são as melhores palavras que o coração pode falar”.

Para quem se interessou, vale a pena conferir. Para outros, em algum momento da vida este livro se tornará muito interessante, inclusive a mim, que acredito que tornarei a lê-lo um outra situação.

P.S: Um agradecimento especial para a Srª Dra de minha felicidade (ás vezes com espinhos no nosso relacionamento, assim como nos mais belos jardins), Mestre no ensino da vida e PhD em exemplo de vida, minha mãe, Jaqueline – ou apenas “mãe”-, que me presenteou com este livro. Um abraço!

P.S²: Leia também na wikipédia e no site oficial.

3 comentários:

  1. Me pareceu um romance, com alguns toque de "auto ajuda", mas, em cinco anos ...

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  2. Eu tenho esse livro aqui em casa que chegou até mim e estou louca pra ler!
    Minha irmã comprou e vou esperar ela ler, mas já fiquei sabendo que é muito bom o livro mesmo!
    :D

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  3. Não acho que o livro a Cabana seja um romance e sim um livro de auto-ajuda, onde encontramos esperança de viver quando se esta desacreditado, conhecendo uma força maior, que nos ensina que cada um de nos possui uma missão.

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