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terça-feira, 28 de julho de 2009

Viva o Centro a pé - Moinho de Ventos

Após a caminhada da rota dos Palácios, da última vez, "lógico que eu não perderia o próximo" do projeto: Moinho de Ventos.
Feita a inscrição quase dez dias antes da data, com mais o meu irmão pequeno inscrito, houve, um dia antes, a baixa do Guilherme, por motivos "Officeais", mas ainda havia a Tamy, quem organizou este. Havia. Ligo para ela, e esta perdeu o horário (sei como é, pois na rota dos Cemitérios, que muito me atraiu, eu perdi devido aos "5 minutinhos na cama"), acabei indo sozinho mesmo!
O ponto de saída é padrão: No caminho dos Antiquários, um ônibus articulado nos esperava para deslocar até a praça Júlio de Castilhos. No centro da praça, o guia do percurso, Silvio Belmonte, arquiteto, inicia a caminhada explicando a importância daquele local. Uma delas, é uma linha que divide a praça, onde fica o ponto zero de solstício de verão e inverno. Ele também fala que a praça físicamente fora do bairro, mas é tida como a entrada do bairro. Também comenta sobre o ponto estratégico do local, por se tratar de uma zona alta, salúbre, e ali ficaram os imigrantes alemães que aqui se instalaram (assim como no Vale dos Sinos).
Caminhando, fomos até a Hidráulica do Moinho de Ventos, que é a sede administrativa do DMAE. "Um local muito bonito!" Desde o pátio na entrada, com uma torre enorme, onde antes ficava a caixa d'água, que alimentava com força gravitacional, os prédios altos da cidade. Dentro do pátio da hidráulica, fomos para os tanques de decantação, onde é filtrada a água vinda do Guaíba. Saímos deste local por uma entrada lateral, pela rua Fernando Gomes, onde seguimos até a rua Luciana de Abreu. Ele comentou o tipo de arquitetura ainda mantida no bairro, tal como dois palacetes na rua Santo Inácio. Depois seguimos até a praça Maurício Cardoso, onde ele mostrou uma série de casas ainda mantidas, que por pouco foram destruídas para alargar a Féliz da Cunha, continuação da 2ªPerimetral, um pórtico da praça, um espelho-d'água de um tigre e ali, encerrou a caminhada.
Ele também mencionou sobre a importância de manter o bairro com características residênciais. Por fim, ele incentivou a leitura sobre o local e citou dois livros: Guia Histórico de Porto Alegre (que particularmente é meu livro "de cabeceira" - prateleira) e o livro Moinhos de Ventos - Histórias de um Bairro de Porto Alegre (no qual aceito a doação de coração -haha) .
Não preciso nem dizer que "Recomendo".

Próxima caminhada, dia 12/08, no Centro mesmo.



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2 comentários:

  1. O meo só qro saber o horário disso, não levanto as 8h nem fud**** pra fazer caminhada ahahhaha.
    abraço, e aguardo o próximo post.
    Já q ainda este humilde leitor ainda não recebeu o post tão aclamado ='(

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  2. Cara... muito tri isso... legal que Porto Alegre faz esse tipo de coisa. Cada dia que passa gosto mais dessa cidade.

    Não sei se sou eu, mas não consigo ver um post sem foto, só com texto. Parece que da menos vontade de ler. Só uma idéia. Abraço

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