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domingo, 10 de maio de 2009

Os "auto-autos": Será mesmo necessário?

Recebi um link de um amigo, no qual fala sobre "automóveis auto-condutores". 
O projeto é muito interessante, onde o objetivo é a preservação da vida. Como 
uma pessoa que preserva o "próximo", vejo a intenção dos cientistas, mas, 
convenhamos, este e um exemplo afastado do que realmente eles querem evitar. 
Um dado mostra que mais de 40 mil pessoas porrem anualmente em acidentes de 
trânsito. Outra fonte, mostra dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) 
onde os acidentes de trânsito são a maior causa de mortes violentas, com 
"1,26 milhão" de vítimas fatais. E uma nova observação: "Mortes causadas por 
guerras e conflitos aparecem em 6º lugar, com 310 mil casos". Em números, os 
acidentes de trânsito matam 4 vezes mais do que a guerras. Isso é uma 
calamidade!  (Leia mais)
Talvés, com este sistema, diminua consideradamente esse número, que no meu 
ver, pode ter nova forma de evitar: É o SCR - Sistema do condutor 
responsável. 
Partindo de uma aula básica do curso de formação de condutores, onde "SE 
BEBER, NÃO DIRIJA!"(isso até eu sei, e olha que eu não tenho carteira de 
habilitação) nós podemos derrubar este dado lástimável.
Mas, há também outros procedimentos que devem ser também observados, como a 
redução da marcha quando o estado emocional estiver alterado, uso de 
dispositivos de segurança, respeitar a sinalização...  (Leia mais)
Por fim, achei interessante dividir esse tema, pois no que observo, não deve 
ter tantas coisas melhores do que dirigir um carro, sabendo que tu és o 
responsável, e assim, darás um valor maior ao volante, sendo o responsável 
também dos conduzidos, diferente daqueles que contam (ou deveriam contar) com 
um programa que "te dá a responsabilidade".
Espero que os irresponsáveis condutores se conscientizem, não havendo a 
necessidade de uma máquina fazer o serviço do homem.(Também espero que 
nenhuma funerária de grande porte compre esse projeto, tal como projetos 
úteis a maior massa, e ameaças aos (financeiramente) poderosos, tal como 
exemplo os prototipos de carros elétricos...)

Um comentário:

  1. Bueno, tenho que concordar, espero que nenhuma funerária compre, pois como disse, carros elétricos não são de hoje, a muito tempo já se existe. Mas sim, poderia se evitar muito, só em respeitando as leis de transito.

    Ótimo post.

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